EMPRESAS E INVESTIDORES VÃO PAGAR MAIS! ⚠️
Novas regras do IOF entram em vigor e afetam empresas, investidores e operações internacionais
O Governo Federal publicou dois novos decretos (nº 12.466 e nº 12.467) que alteram profundamente a cobrança do IOF — Imposto sobre Operações Financeiras. As mudanças já estão valendo e impactam diretamente operações de crédito feitas por empresas, uso de cartões internacionais, remessas ao exterior e até aportes em previdência privada (VGBL).
As alíquotas foram reajustadas, novas bases de cálculo foram criadas e até quem opera no Simples Nacional ou como MEI foi impactado. Por exemplo, a alíquota máxima anual para microempresas subiu de 0,88% para 1,95% — um aumento que pode inviabilizar crédito barato. Já investidores que fizerem aportes acima de R$ 50 mil por mês em planos VGBL agora pagarão 5% de IOF.
Na prática, a medida atinge empresas que tomam crédito rotativo, investidores que movimentam recursos no exterior e pessoas físicas que fazem remessas internacionais com frequência. A intenção do Governo é aumentar arrecadação e limitar manobras de elisão fiscal, mas o resultado imediato é aumento de custo e complexidade tributária.
Alíquota do IOF sobe para 3,5% em compras internacionais com cartões e remessas para o exterior. �55357;�56633; Aportes em Previdência VGBL
Aportes acima de R$ 50 mil/mês por CPF passam a pagar 5% de IOF — mesmo se feitos em seguradoras diferentes. �55357;�56633; Crédito para Empresas
• Simples Nacional: de 0,88% para 1,95% ao ano
• Empresas em geral: até 3,95% ao ano
• MEI e pequenas cooperativas também impactados.
O Que Muda na Prática?
�55357;�56633; Cartão de Crédito no ExteriorAlíquota do IOF sobe para 3,5% em compras internacionais com cartões e remessas para o exterior. �55357;�56633; Aportes em Previdência VGBL
Aportes acima de R$ 50 mil/mês por CPF passam a pagar 5% de IOF — mesmo se feitos em seguradoras diferentes. �55357;�56633; Crédito para Empresas
• Simples Nacional: de 0,88% para 1,95% ao ano
• Empresas em geral: até 3,95% ao ano
• MEI e pequenas cooperativas também impactados.











