AI Pin da Humane™: A Potencial Revolução pós-iPhone

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A Inteligência Artificial pode acabar com os smartphones como conhecemos hoje?

A Inteligência Artificial pode acabar com os smartphones como conhecemos hoje? Esta foi uma questão que surgiu na Fashion Week de Paris. Entenda...
No Fashion Week de Paris deste final de semana algumas modelos desfilaram com o que alguns imaginam ser “ o início do fim do iPhone ”.

Observe nas imagens que elas carregam preso nas roupas o 
AI Pin, da startup Humane™ .
  • Este device foi apresentado há 4 meses pelo seu criador (um ex-Apple) num TED com o título sugestivo “ The Disappearing Computer ” (explicamos melhor abaixo).

Fico pensando se está “coisa” parece tão estranha como a “coisa” de um só botão que Steve Jobs mostrou em 2007.

POR QUE O AI PIN, DA STARTUP HUMANE, PODE SER O FIM DO IPHONE?


O que poderia tornar o smartphone obsoleto? Quem poderia fazer isto?
  • O “smart phone” mudou a vida de praticamente todas as pessoas e negócios na última década.
  • O seu substituto parecia estar nos “smart glasses”, os óculos de realidade aumentada. Muito dinheiro de bigtechs e VCs já foi gasto nisto e quase custou a vida da Meta/Facebook com a sua visão de metaverso.
  • Mas talvez a próxima onda seja o “smart pockect”, algo pendurado no bolso da sua camisa.

QUEM É IMRAN CHAUDHRI, CRIADOR DO AI PIN?


Ele é Imran Chaudhri, que trabalhou no grupo da Apple que criou o primeiro iPhone . Junto com a outra ex-Apple, sua mulher  Bethany Bongiorno , ele criou a  HUMANE  que já levantou U$ 230 milhões em investimentos. Desde o início do ano, esta startup vem sendo notícia pois era quase secreta, havia tirado vários funcionários da Apple e se preparava para revelar a sua “tecnologia que faria o computador desaparecer”. 

POR QUE IMPORTA?


E apesar de conhecermos melhor como este dispositivo se parece, ainda não temos ideia real de quão independente ele é, se suporta aplicativos de terceiros ou como funcionam as interações. Entretanto, ele abre portas para várias possibilidades.  Afinal, será mesmo que o que irá "disruptar" o smartphone será sem tela, quase imperceptível, sensorial e embalado em uma IA responsavelmente centrada no humano? 

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